Após o eminente risco de rebaixamento devido à crise aérea, o Brasil manteve-se no topo da ICAO, tendo recebido 88% dos votos dos membros para permanência na categoria máxima do órgão. O mercado temia o rebaixamento do país, que o colocaria em igualdade com a maioria dos países do continente sul-americano, causando graves prejuízos às empresas aéreas nacionais, e um grande constrangimento ao Brasil no mercado externo. Ainda assim a IATA manteve sua posição afirmando que a segurança da aviação brasileira esta comprometida e o país deve melhorar em inúmeros aspectos. O Brasil hoje esta no mesmo grupo que a Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Itália, Japão, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Sendo que muitos discordam também do posicionamento da China e Rússia no grupo de elite da aviação mundial.
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