A Delta Airlines, que já chegou a ter a maior divida entre as empresas aéreas do mundo, lucro líquido de US$ 1,612 bilhão em 2007. Excluídas as verbas extraordinárias associadas ao processo de reorganização da companhia – finalizado em abril -, o lucro líquido anual foi de US$ 418 milhões, de acordo com a companhia, que, durante 2006, perdeu US$ 6,203 bilhões. A receita operacional do ano chegou a US$ 19,154 bilhões, ante os US$ 17,532 bilhões obtidos em 2006. As despesas operacionais totais subiram para US$ 18,058 bilhões, devido especialmente ao elevado preço do combustível. Segundo Edward Bastian, diretor-executivo de finanças do grupo, enquanto o aumento de combustíveis pressionou significativamente no trimestre, a melhoria de um ano para outro em receita e custos não relacionados ao combustível mostra o progresso na organização da empresa.
No último trimestre de 2007, a Delta contabilizou uma perda de US$ 70 milhões (US$ 0,18 centavos por ação), de acordo com o esperado pelos analistas de Wall Street, enquanto acumulou perdas de US$ 1,981 bilhão no mesmo período do ano anterior. Neste mesmo período, os custos operacionais da Delta aumentaram US$ 445 milhões, aumento de 10% em relação ao mesmo trimestre de 2006. Em 2007, a empresa começou a operar dezesseis novas rotas internacionais, e prevê neste ano reduzir em até 5% a sua capacidade total de transporte no mercado nacional e aumentá-la 18% no âmbito internacional. Uma das principais medidas neste sentido foi a colocação dos Boeing 767-400 em algumas linhas internacionais. A Delta também passará a oferecer vôos sem escala entre Atlanta e Xangai a partir do dia 30 de março. Atualmente a empresa negocia com a Northwest Airlines e a United Airlines a possibilidade de fusão, em uma operação que a Air France KLM poderia apoiar financeiramente.
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