
A Boeing concluiu com êxito as provas iniciadas em 2007 para as estruturas compostas construídas para o 787. Os testes foram realizados na fuselagem composta e fazem parte do programa de certificação. Os engenheiros da Boeing provaram o barril (foto) da fuselagem composta, submetendo-o a uma série de testes complementares que levaram a peça a sua capacidade máxima de carga e que simularam condições extremas, mas esperadas durante a vida de um avião.
Depois, a estrutura foi submetida a 150% de seu limite de carga – uma condição chamada “carga máxima”, nível requerido para a certificação.
Finalmente, a equipe forçou a seção a ultrapassar a carga máxima, indo até a condição de destruição, prova que eleva em até duas vezes e meia da força da gravidade. Os profissionais envolvidos nos testes observaram indicações audíveis de dano à medida que o teste progredia, mas a peça não alcançou o nível de destruição – que era esperado pelos especialistas. Agora, os engenheiros da Boeing desempenham uma extensa inspeção do barril e analisam o resultado dos testes. Este programa de testes de resistência é parte importante na determinação do primeiro vôo do Dreamliner. O barril de composto continuará sendo submetido a testes, mas apenas para aprendizado adicional da Boeing. Outros testes de estática serão necessários e serão realizados na estrutura completa do avião.
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