O Mnistro da Defesa,
Nelson Jobim, afirmou que o governo estuda três formas de estímulo à aviação regional. A adoção de barreiras de entrada contra outras companhias em determinadas rotas, ou seja, uma única empresa exploraria a linha sem concorrência; Suplementação tarifária para trechos com necessidade estratégica e sem viabilidade econômica, já que o grande gasto da aviação civil é o combustível, sobre o qual o ICMS estadual tem forte impacto. Para ele, a melhor opção é o subsidio do orçamento da União, para descontos sobre o ICMS. Ele considera também interessante dificultar a entrada de grandes empresas em rotas operadas por empresas menores, já que em determinados casos empresas maiores entram em linhas de atuação das regionais, inviabilizando sua atuação, para em seguida abandonar a linha. Deixando a localidade sem ligação aérea com demais centros urbanos.
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